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:: Vale uma empresa

Quanto pode valer uma logomarca? Em alguns casos mais do que a própria empresa. Quando o consumidor percebe uma marca como confiável, de qualidade ou com atitude, a empresa pode ter certeza que tem ouro em suas mãos. A Coca-cola, por exemplo, teve recentemente a sua marca avaliada em 70,4 milhões de dólares. Uma marca reconhecida pode ser o grande diferencial da empresa em um mercado cada vez mais globalizado e padronizado.Fonte: Interbrand e Businessweek

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:: Coca-cola sabor pitanga

Um erro básico que as empresas cometem com uma certa freqüência é o da extensão de linha. Muitos empresários acreditam que vão aumentar sua receita se utilizarem o nome de um produto em seus filhotes simplesmente acrescentando as palavras “light”, “sabor ameixa” ou “versão carb-free”. Mas o que se sabe é as pessoas gostam de classificar mentalmente os produtos em um simples adjetivo, ou seja, a extensão de linha pode confundir os consumidores e diluir o poder da marca original. Além disso, existe o risco dos consumidores questionarem a marca. Afinal de contas, se existe a versão light do produto é porque o original não é muito bom… A estratégia mais recomendada neste caso, é criar um novo nome para o produto “filhote” e construir sua marca de forma independente, com seus próprios atributos diferenciais.

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:: R$ 250,00/pé

O que pode levar centenas de pessoas aos shoppings para comprar um tênis de R$ 500,00? Talvez a simples necessidade de se expressar. A Nike atingiu um estágio desejado por todas as empresas do mercado: seus produtos traduzem a personalidade de seus usuários. Além de confiança, segurança e status, a marca sinaliza para o mundo a atitude de quem a utiliza. Uma marca como a Nike nunca terá que competir por preços mais baixos com seus concorrentes, pois as pessoas não compram seus produtos, mas sua identidade.

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:: “A preferida”

Preço baixo nem sempre é motivo para que seu cliente escolha comprar na sua loja. Às vezes, vale mais a pena investir em um ambiente agradável e em um atendimento especializado, do que baixar sua margem de lucro. As pessoas precisam sentir se bem no lugar onde vão consumir. Precisam perceber uma espécie de cumplicidade, um reconhecimento pela escolha da preferência em comprar na sua loja, dentre tantas outras opções. O termo em evidência aqui é a “experiência da compra”. O consumidor deve entrar em uma loja e sentir-se bem a vontade. Iluminação, cor, música e até fragrâncias podem ajudar muito na ambientação deste espaço. Um atendimento adequado, não intrusivo, ágil e informado também é essencial para criar uma empatia com os clientes. Serviços extras como espaço para crianças, fraldário ou vallet-parking também podem agregar valor à compra. Para saber quais facilidades oferecer, é preciso conhecer seu público e definir quais podem ser suas prioridades. Deve-se ter em mente de que quanto mais tempo o consumidor permanecer na loja, maior é seu ticket. Estas simples mudanças podem representar um aumento na receita e a fidelização de um cliente cada vez mais disputado no mercado de varejo.

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:: 100% OFF!!!

Tome muito cuidado com as promoções. Ofertas devem ser utilizadas com muita sabedoria pois na grande maioria das vezes podem causar um enfraquecimento da sua marca. Isto ocorre porque os consumidores costumam interpretar preço baixo como baixa qualidade. Portanto, se você anuncia promoções com muita freqüência, a mensagem percebida pode ser: “a empresa X só vende porcaria”. E mesmo que seus produtos sejam de qualidade superior, é a percepção dos consumidores que conta.Planeje seu calendário promocional definindo um número limitado de promoções em datas-chave e intercale estes eventos com uma comunicação direcionada a construir uma marca mais forte. Pergunte para o seu cliente por que ele compra seu produto (preço baixo, neste caso, não vale) e posicione-se no mercado utilizando estas vantagens como seu diferencial, divulgando-as através de publicidade (mídia gratuita) e propaganda (mídia paga). Com o tempo, sua empresa será procurada pelos consumidores não somente nas datas promocionais, mas sempre que estiverem buscando um lugar confiável para comprar.

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:: Buxixo

A melhor maneira de construir a imagem da sua marca é sem dúvida através da propaganda boca-a-boca. Nada mais convincente do que o depoimento de uma experiência de consumo, vindo de uma pessoa que você conhece e confia. Este tipo de divulgação é tão eficaz que algumas empresas de marketing se especializaram em transformar estes comentários espontâneos em estratégia de marketing. É o chamado “buzz” (“burburinho” em inglês). Funciona assim: os “agentes” ou “conectores” se inscrevem pela internet e recebem em casa uma amostra do produto que escolheram “divulgar”. Depois de testá-los, saem por aí fazendo comentários positivos sobre o produto para parentes e amigos (as pessoas são estimuladas a serem sinceras, para que o depoimento não soe falso). Cada comentário deve ser registrado em um formulário e cada formulário vale pontos que podem ser trocados por prêmios (a remuneração dos “agentes” não é financeira). Para saber mais, acesse: www.bzzagent.com, ou www.tremor.com.

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:: B2B®

Digamos que sua empresa é fornecedora de fios de alta tecnologia para a indústria têxtil ou vende processadores para empresas que montam computadores. Ninguém conhece a sua marca e você fica dependendo das vendas do seu cliente para vender mais, certo? Errado. Empresas B2B também podem divulgar os diferenciais do seu produto e assim aumentar sua demanda. Foi o que fizeram a Lycra e a Intel. Ao comunicar suas qualidades para os clientes de seus clientes, estas empresas criaram uma escala de valor para os produtos nos quais eram “ingredientes” e tornaram-se marcas conhecidas, desejadas e imprescindíveis. Além disso, “animaram” a cadeia industrial aumentando a venda de seus clientes, e por conseqüência as suas próprias.

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